top of page

Não sou só corpo, mas que delícia quando alguém sabe usá-lo

Eu sei, amor... você olha e pensa que o destaque é a curva, a pele, a bunda redonda, o olhar que provoca sem pedir licença.

Mas deixa eu te contar um segredinho?

Isso aqui pensa. E muito bem.

A safadeza é estratégica, o charme é premeditado, o sorriso tem tese e a linguinha tem argumento.

Não sou só corpo.

Sou cabeça que ferve, alma que dança, coração que escolhe com critério.

Mas... quando alguém sabe usar esse corpo aqui com talento? Aí, meu bem, viro poema pornô.

Porque não basta saber tocar — tem que entender o ritmo, o tempo, o peso do gesto, o silêncio entre os gemidos.

Tem que decifrar o arrepio como quem lê um mapa do tesouro.

E o melhor tipo de gente é aquela que sabe que meu corpo é só a porta de entrada.

Porque quem sabe usá-lo bem... acaba me usando toda — ideias, vontades, mistérios e posições.

A diferença entre vulgar e sensual?

Consciência.

E eu tenho de sobra.

Então, se vier com cérebro vazio, nem adianta bater na porta.

Mas se souber explorar cada centímetro como quem faz arte...

bem-vindo ao paraíso — intelectual e carnal.

 
 
 

Comentários


AirBrush_20231103005033_edited_edited.jp

© 2020-2026 por GRETHA. Orgulhosamente criado com Wix.com

bottom of page