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O Cliente que Queria Meu Cuzinho

Ele entrou no quarto do motel com aquele ar decidido, alto, tatuado, olhar faminto. Mal fechou a porta e já deixou claro, sem precisar falar muito: não queria preliminares demoradas, não queria enrolação. O desejo dele era claro, cru, direto — meter no meu cuzinho apertado até gozar.

Enquanto ele tirava a roupa, eu já observava o corpo marcado por tatuagens, forte, pau grosso começando a endurecer. O jeito que ele me olhava, como se fosse me devorar inteira, só aumentava meu tesão. Fui até ele, abaixei lentamente, passei a língua do saco até a cabeça latejante do pau e comecei a chupar com força, fazendo barulho, babando, engolindo cada centímetro. Ele gemia baixo, segurando minha cabeça, enfiando ainda mais fundo na garganta.

Quando o pau já estava duro como pedra, me puxou pelos cabelos e me colocou de quatro na cama. Passei bastante lubrificante, massageando a entrada do meu cuzinho, sentindo aquele frio na barriga misturado ao calor do tesão. Ele não teve paciência: segurou minha cintura, encostou a cabeça do pau no meu cu e empurrou. O corpo inteiro estremeceu quando a cabeça entrou, rasgando devagar, me fazendo gemer alto.

Ele foi metendo fundo, sem piedade, até estar inteiro dentro do meu rabo apertado. A sensação era intensa, de dor gostosa misturada com prazer absurdo. Cada estocada fazia minha raba tremer, o pau dele batendo fundo, arrancando gemidos safados da minha boca. Eu me tocava, esfregava o clitóris com os dedos enquanto sentia o pau grosso me arrombando, e logo comecei a gozar, gozando como uma putinha que adora ser usada.

Ele aumentava o ritmo, socando cada vez mais forte, as mãos apertando minha cintura, os tapas ecoando na minha bunda. O quarto inteiro cheirava a sexo, o barulho do meu cuzinho sendo fodido preenchia o ar. Eu gemia, implorava sem palavras, rebolava no pau como se fosse minha única fonte de vida.

O gozo dele veio explosivo. Ele segurou firme, enfiou até o fundo e jorrou leitinho. Eu estava suada, a raba ardendo, mas com um sorriso sacana estampado no rosto.

Deitamos por alguns minutos, eu ainda sentindo o pau dele pulsar dentro do meu cuzinho satisfeito. Ele se levantou, vestiu a roupa sem dizer nada, mas antes de sair me lançou um olhar de satisfação, daqueles que deixam claro: ele tinha conseguido exatamente o que queria.


E eu? Fiquei ali deitada, com a buceta molhada, o cu latejando e a certeza de que nada é mais excitante do que ver um homem realizar a fantasia de meter no meu cuzinho com fome e

tesão.


Merece 🖤🖤🖤



 
 
 

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