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O Cliente Que Só Queria Conversar

Ele chegou dizendo que só queria companhia. "Um papo, nada mais", jurou, enquanto ajustava os óculos com ar de intelectual. Mas o jeito que seus olhos percorreram meu decote quando me virei pra pegar a taça de vinho já contava outra história.

Sentamos no sofá da suite, ele falando da esposa que não o entendia, eu escorregando discretamente a alça do vestido. Quando meu pé descalço tocou sua perna por "acidente", senti o músculo dele contrair.

"Então ela nunca te toca... assim?", perguntei, enquanto meus dedos desenhavam círculos em seu joelho, subindo... subindo... Seu discurso sobre solidão conjugal engasgou quando minha mão encontrou o volume crescente em sua calça.

O "bom papo" durou exatamente até o momento em que seus óculos caíram no chão e meu vestido escorregou pelos ombros. Quando finalmente o guiei para dentro de mim, seus argumentos filosóficos se transformaram em gemidos roucos e frases desconexas.

No final, ele pagou em silêncio, evitando meu olhar.

Mas na semana seguinte, meu celular vibrou: "Precisamos conversar de novo...".


Merece 🤍🤍

 
 
 

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