O Corninho na Esquina
- Gretha♡

- 22 de out. de 2025
- 2 min de leitura
Ele chegou tímido, quase encolhido, com os olhos nervosos de quem carrega um segredo proibido. Devia ter uns 27 anos, magro, com aquela postura de quem se sente errado, mas ao mesmo tempo não consegue resistir ao próprio desejo. Desde que me chamou, deixou claro: o tesão dele era se sentir um traidor, um corninho vagabundo que não aguentava a própria vontade.
Me aproximei devagar, sentei na beira da cama e chamei com o dedo. Ele veio quase sem coragem, mas quando abri o zíper da calça e o kct ja estava duro, vi o quanto ele estava latejando de tesão. Era um pau médio, mas pulsava forte, cheio de vontade reprimida. Sem pressa, comecei a chupar, lambendo da base até a cabeça, engolindo fundo e deixando a boca toda babada. Ele segurava firme no lençol, gemendo baixo, como se tivesse medo de alguém ouvir do lado de fora.
A cada chupada que eu dava, ele ficava mais louco. Quanto mais eu enfiava o pau na garganta, mais ele tremia, murmurando coisas desconexas, quase implorando para gozar. Mas eu não deixei. Tirei a roupa devagar, subi em cima dele e esfreguei a bucetinha molhada no pau, sem encaixar de cara, só pra torturar. Ele gemia, suava, o corpo todo arrepiado.
Quando finalmente sentei de vez, a sensação foi deliciosa. O pau dele entrou inteiro, rasgando minha buceta encharcada, me fazendo gemer alto. Comecei a cavalgar forte, batendo a raba com vontade, enquanto ele me olhava como se eu fosse a própria perdição.
O safado não aguentava mais. Passava as mãos na minha cintura, apertava minha bunda, me chamava de vagabunda entre gemidos. Eu me inclinava pra frente, esfregava os peitos no rosto dele, enquanto ele chupava meus biquinhos como um desesperado. Senti meu gozo vir rápido, a buceta apertando ainda mais o pau dele, e gozei forte cavalgando como uma puta faminta.
Foi aí que ele não resistiu. Segurou meu quadril com força e socou fundo, gozou gostoso de tanto tesão que quase desmaiou de prazer. O corpo dele tremeu inteiro, deixou a caminha cheia de leitinho, enquanto eu rebolava até a última gota.
Deitamos suados, ofegantes, e ele riu nervoso, dizendo que nunca tinha sentido nada parecido. Naquele quarto, naquela cama, ele não foi só um cliente — foi o corninho excitado que realizou sua fantasia de traição, de ser pego, de meter como se estivesse cometendo o pior pecado… e gostando de cada segundo.
Merece 🤍🤍🤍



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Deixa eu ser seu corninho