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O Pecado Final

Querido diário, hoje vivi algo que parecia o último ato de um ritual proibido. Ele chegou calado, com um olhar que dizia muito mais do que qualquer palavra. Não houve jogo, não houve espera. Foi direto, bruto, como se soubesse que aquele encontro seria o último, e por isso precisava marcar minha pele e minha memória para sempre.

Quando me prensou contra a parede do quarto do motel, eu já estava molhada só pelo cheiro dele, pela respiração acelerada que denunciava sua urgência. As mãos grandes seguravam meus quadris com força, guiando meu corpo como se fosse dele. E naquele instante… era.

Cada investida era um choque de prazer e dor, e eu gemia alto, sem pudor, sem medo de ser ouvida. O quarto inteiro parecia vibrar com nossos corpos em colisão. Eu arranhava suas costas até ver a pele se abrir, sentindo o gosto de ferro em minhas unhas, e isso só aumentava meu tesão.

Ele me virou de bruços, me puxou pelos cabelos e sussurrou no meu ouvido: “Hoje você vai lembrar de mim como o seu pecado final.” E eu me arrepiei inteira. A cada enfiada, eu sentia meu corpo se render mais, pedindo mais, implorando que aquilo nunca tivesse fim.

Gozei forte, gemendo sem controle, e ele logo veio atrás, me preenchendo com uma explosão quente que parecia incendiar minhas entranhas. Ficamos ali, exaustos, colados, respirando fundo como se tivéssemos acabado de atravessar o inferno e o paraíso ao mesmo tempo.

Talvez tenha sido a última vez… mas foi também a mais intensa. O pecado final, o mais doce de todos.


Merece 🖤🖤🖤

 
 
 

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