Senta aqui, porra
Foi só o que eu consegui dizer quando ele entrou no quarto.
O olhar dele me despiu antes mesmo das mãos tocarem meu corpo.
Eu já tava molhada só de ouvir a respiração pesada, aquele ar de quem veio pra me deixar sem fôlego.
Ele me encostou na parede, apertou minha bunda com força e sussurrou no meu ouvido:
“Hoje eu vou te foder até você esquecer o próprio nome.”
E não mentiu.
Cada estocada vinha com uma maldição gostosa, cada gemido meu virava provocação.
Eu gritava, mordia, arranhava, e pedia mais — sem vergonha nenhuma.
Porque ali não existia amorzinho, existia tesão, suor, pele colando, corpos brigando pra ver quem gozava primeiro.
Quando ele terminou, eu ainda tremia, o corpo inteiro pulsando.
Olhei pra ele, rindo, e disse:
“Se toda sacanagem fosse assim, eu nunca mais dormia sozinha.”


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