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O Casal que Tinha Pressa

Eles chegaram juntos, de mãos dadas, mas o olhar já entregava a fome de sexo. Ela, uma mulher linda, devia ter uns 30 e poucos anos, pele clara, curvas acentuadas, um vestido justo que grudava no corpo e, por baixo, nada de calcinha. Ele, um cara de barba bem-feita, sorriso malicioso e aquele jeito apressado de quem não queria perder um segundo. O casal entrou no quarto do motel já se beijando, e eu entendi: a intenção era a massagem, mas o desejo deles estava prestes a explodir.

Preparei o ambiente, coloquei o creme nas mãos e pedi que ela deitasse primeiro. A mulher deitou de bruços, e comecei a massagear devagar, passando o creme pelas costas, descendo até a bunda deliciosa que mal cabia no vestido. Quando puxei o tecido e revelei a raba redondinha, sem calcinha, ela soltou um gemido baixinho. O marido, sentado na poltrona, já não disfarçava: o pau estava duro, marcando a calça, e ele se masturbava olhando a cena.

Desci minhas mãos pelas coxas dela, abrindo devagar, até alcançar a bucetinha lisinha e molhada. Passei os dedos de leve, espalhando o creme, e senti o quanto ela já estava escorrendo. Foi o suficiente para o marido se levantar, tirar a roupa e enfiar o pau grosso de uma vez nela, sem cerimônia. O gemido que ela soltou ecoou pelo quarto.

Eu me posicionei na frente dela e comecei a chupar sua bucetinha, lambendo o clitóris enquanto ele metia por trás. O corpo dela tremia entre duas sensações: a língua molhando e chupando a buceta, e o pau arregaçando forte por trás. Era uma cena perfeita: ela gemendo, ele gemendo, e eu me deliciando com o sabor daquela boceta suada e excitada.

Depois foi a minha vez. Ela me puxou para a cama, deitou de quatro e abriu minha buceta com a língua, chupando como uma puta faminta. O marido aproveitou para meter em mim, batendo forte na minha raba enquanto eu gemia com a boca enterrada na buceta dela. O quarto virou um caos delicioso de gemidos, estalos de pele, cheiro de gozo e corpos se esfregando sem pausa.

Revezávamos sem parar: ora ele me comia de quatro enquanto eu lambia a buceta dela, ora eu cavalgava no pau dele enquanto ela chupava meus peitos. Não havia tempo para pensar, só para foder sem freio. Era como se aquele casal tivesse guardado todo o tesão do mundo para explodir ali comigo.

O clímax veio quando deitamos as duas de lado, de frente uma para a outra, esfregando nossas bucetas molhadas juntas, enquanto o marido se posicionou atrás e enfiou de novo o pau em mim. Os três gemendo juntos, nossos corpos grudados, a cama tremendo, até que gozamos quase ao mesmo tempo. Eu sentindo a bucetinha dela vibrar contra a minha, o pau dele latejando e nossos corpos derretendo de prazer.

Ficamos deitados um tempo, suados, rindo daquela pressa que tinha se transformado em um sexo intenso, sem hora para acabar. Eles saíram do quarto dizendo que não esperavam se soltar tanto… mas eu sabia: o casal que tinha pressa, na verdade, só precisava de um empurrãozinho para mostrar o quanto eram safados juntos.


Merecem 🖤🖤🖤



 
 
 

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